12 de setembro de 2009

O blog “Leitura Global” é um espaço de reflexão e debates virtuais, que apresenta, semanalmente, uma análise sobre a conjuntura política nacional, além de veicular notas rápidas com informações pertinentes sobre o cenário político nacional e internacional. Postado em 08/09/09.
Mais além de janeiro
por Tarso Genro
As designações “esquerda” e “direita”, que vinham gradativamente perdendo o prestígio durante o ciclo hegemônico das idéias neoliberais, voltam a ter algum significado para os observadores políticos e acadêmicos mais sérios. Em grande medida, esta “atualização” está relacionada à crise econômica internacional e aos debates por ela suscitados a respeito da retomada do papel regulador do Estado.

É verdade que a visão da “desregulamentação” da economia, da redução das funções públicas do Estado, da utopia do mercado perfeito e da desqualificação sistemática de qualquer política pública distributivista, de solidariedade social ou de redução das desigualdades – através de transferências forçadas de renda – ainda não perdeu totalmente a sua força. Até porque a crise ainda não terminou, mundialmente, e agora a disputa política recai sobre a conformação das políticas de Estado no “pós-crise”. Políticas que devem organizar um novo ciclo de acumulação de capital e distribuirão “perdas e danos”, em função do desastre que foi o tatcherismo e suas variantes tucanas e “menemistas”.
Para além de janeiro de 2010
O que pode ser classificado de “esquerda” no Brasil poderá entrar no processo eleitoral extremamente fragmentado. Dilma Roussef, Marina Silva, Heloisa Helena e Ciro Gomes, candidaturas que poderão ser confirmadas em breve, devem apresentar propostas que terão – pelo menos aquelas viáveis na situação histórica presente – algum tipo de semelhança temática: o tratamento das fontes energéticas no contexto de um projeto nacional renovado; combinação do equilíbrio macrofinanceiro do país com a continuidade das políticas sociais distributivas; aprofundamento das iniciativas nas áreas de saúde, educação e de segurança; inserção internacional soberana e capacidade de disputa no mercado global; prosseguimento da reforma agrária; equilíbrio da agricultura capitalista produtora de “commodities” com a agricultura familiar produtora de alimentos principalmente para o mercado interno e sustentabilidade ambiental, serão os grandes temas do país no processo eleitoral, mais além de janeiro.
Todos os candidatos são, com as suas especificidades, experientes e bem preparados para o contencioso político de alto nível. Mas, a candidata do Presidente Lula e do PT, Dilma Roussef, entra em vantagem nesta disputa. Porque todas estas questões, durante o governo Lula tiveram algum tipo de encaminhamento positivo. Isso, obviamente, não nos dá a vitória antecipada, mas nos dá uma responsabilidade ainda maior na pauta do debate eleitoral e nos obriga a propor o aprofundamento e a racionalização estratégica de tudo que foi encaminhado até hoje.
Mais além de uma retórica “esquerdista”, que tende a falecer em função de sua explícita inviabilidade histórica (que não vou comentar aqui), ou de uma cruzada messiânica moralista (tão ao gosto da nossa imprensa tradicional, que parece convicta de sempre ter prestado um grande serviço à moralidade pública do país) são aqueles temas – traduzidos numa linguagem que faça o povo compreender a sua importância na vida cotidiana – que serão decisivos nas eleições.
A importância desta nova racionalização, que remete para o período pós-crise pelo qual o Brasil passou de forma satisfatória, está vinculada a duas questões chave para o próximo período: 1) um novo patamar de governabilidade vinculado à necessidade de novas instituições políticas e eleitorais para o país (reforma política) e; 2) um novo conjunto de medidas que reforcem as políticas de recoesão social e federativa já em curso, nas áreas da saúde, educação, meio ambiente e segurança, cujos laços federativos são os mais extremos (através do Sistema Único de Saúde, do Plano de Desenvolvimento da Educação, do combate ao desmatamento e aos desequilíbrios ambientais e do Pronasci).
Creio que hoje seja pacífico o entendimento, por diferentes motivos que derivam de posições políticas e ideológicas, que num país complexo e desigual como Brasil, a governabilidade e a estabilidade política serão obtidas de forma diferente no próximo período. Ninguém tem a capacidade de agregação, de diálogo social e de neutralização das radicalizações artificiais, que tem o Presidente Lula. A posição “conciliatória” – para dizer com suavidade – que tem, hoje, a CUT, por exemplo, tem a ver com autoridade que o Presidente adquiriu junto ao movimento operário nas décadas de 70 e 80. Mesmo o MST, movimento que pela sua natureza é por vezes “extremo” – porque atinge diretamente a propriedade privada – mantém um certo diálogo a partir do respeito à autoridade de Lula.
Os setores mais retrógados do empresariado também mantém uma certa postura dialógica, porque no seu próprio meio de classe o Presidente conquistou apoios importantes, com a sua combinação de posições pragmáticas, legitimação do diálogo social amplo e políticas de coesão social e distribuição de renda (as máximas possíveis num momento no qual a esquerda dificilmente poderia avançar para patamares de igualdade social superiores aos que foram conseguidos no seu governo). O país com uma das distribuições de renda mais perversas do mundo gerou grupos sociais, poderes paralelos ao Estado e poderes institucionais, capazes de tudo para manter o status quo. Chegaram a quase tentar o impedimento do Presidente e recuaram porque sentiram que o país entraria num grande convulsão social.
A nossa candidatura petista deve preparar-se tendo em vista estas características do próximo período. E, ao mesmo tempo em que defenda e explicite as conquistas dos nossos dois governos Lula, deve abrir-se para um diálogo construtivo com as demais candidaturas de esquerda, que aceitem uma ampla unidade democrática no segundo turno, e que ajudem a “concertar” novos padrões de governabilidade. Esta repousará mais nas instituições políticas, cuja renovação é urgente, e menos na personalidade política do governante, cujo aparecimento, ao mesmo tempo induz e encerra um ciclo histórico rico de mudanças e aprendizados. Mesmo Lula, se voltar mais tarde, será um Lula que deverá governar num novo tempo democrático, que ele mesmo foi fundamental para engendrar, pois quem muda o mundo para melhor, também muda algo em si mesmo. E também para melhor.

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4 de setembro de 2009

A desmoralização da política

Um dos maiores consensos nacionais é a desmoralização da política e dos políticos. Esporte fácil, dos mais praticados nas rodas de conversa, alimentado pela imprensa e favorecido pelo comportamento dos parlamentares, que, no entanto não tem alterado em nada a composição do Parlamento – individualizado como a instância por excelência da política -, políticos acusados sistematicamente pela imprensa como pivôs de grandes escândalos – como Collor, Sarney, Renan, entre tantos outros – têm sido reeleitos sistematicamente. Ao mesmo tempo, outra instância que personifica a política – os governos – tem tido em geral grande apoio do eleitorado, nas eleições e nas pesquisas, salvo casos limites – como o de Yeda Crusius.



Ao mesmo tempo, as pesquisas sobre credibilidade colocam o Congresso sempre em posição muito ruim e a imprensa em posição de destaque. No entanto, os jornais baixam sistematicamente sua tiragem em um caminho sem volta para sua crise definitiva, enquanto suas vítimas privilegiadas são eleitos e reeleitos. E ao mesmo tempo, a imprensa, que teria muita credibilidade e fabrica – literalmente – a “opinião pública”, é quem mais influenciaria a população, se choca com a vontade dos eleitores, que tem reiterado a maioria de partidos – como especialmente o PMDB – atacados centralmente pela imprensa. Quem tem mais apoio da população – como algum que outro acusado já disse: a imprensa, que não se sustenta no voto popular, ou os parlamentares, que são submetidos periodicamente à consulta da cidadania?

Em última instância: de onde vem a desmoralização da política? Quem se aproveita disso? Qual a credibilidade que a imprensa tem? Qual seu poder de influência? Como se constróem os consensos no Brasil?

Na transição da ditadura para a democracia, a política estava em alta, contra o poder militar, que sempre buscou desmoralizá-la: as cassações se faziam contra dois grupos de políticos, os supostamente subversivos e os corruptos. A derrota das eleições diretas para presidente – recordemos o papel da Globo, que tentou, até o ultimo momento, desconhecer a campanha, para finalmente aderir a contragosto, quando já era um consenso nacional – levou a que o novo regime não representasse claramente uma vitória da democracia contra a ditadura. A conciliação feita no Colégio Eleitoral – em que a oposição dependia de votos dos partidos do governo – deu a nova cara da democracia: uma conciliação entre o novo e o velho. No lugar do candidato natural da oposição - Ulysses Guimarães, o conciliador Tancredo Neves, tendo como vice o até poucas semanas antes presidente do partido da ditadura, José Sarney, que havia liderado a campanha da ditadura contra as eleições diretas, ao mesmo tempo que nascia um partido que saia no derradeiro momento do bloco do governo, o PFL, para somar-se ao carro vencedor e tentar distanciar-se do regime moribundo.

Uma chapa – Tancredo-Sarney -que expressava claramente a conciliação entre o velho e o novo.

As circunstâncias – morte de Tancredo e presidência de Sarney – consolidaram a presença do velho, pelo papel mais destacado que tiveram políticos centrais na ditadura – de que o caso de ACM é o mais significativo, embora não o único. A frustração do governo Sarney, restringindo a democratização ao plano político-institucional – no marco estritamente liberal, sem democratização econômica, social, midiática, cultural – recolocou o tema da desmoralização da política, de que Sarney foi uma expressão clara, por seu governo, por sua capacidade camaleônica de reciclar-se rapidamente da ditadura para a democracia, pelo poder oligárquico que mantêm no Maranhão e por sua capacidade de eleger-se, artificialmente, por outro estado como senador, assim como por seus vínculos estreitos e promíscuos com a grande imprensa – através de ACM, que distribuiu os canais de rádio e televisão pelo Brasil afora para a conquista do quinto ano de mandato para Sarney -, de que a propriedade do canal da Globo no Maranhão é um exemplo, além da transferência da sua influência para eleger filhos seus – Roseana e Zequinha.

Collor, na sua campanha, tratou de capitalizar essa nova desmoralização da política, aparecendo como um outsider, supostamente contra as oligarquias tradicionais da política – como desdobramento da “modernidade” que prometia, contra os “marajás” e a favor da abertura da economia, contra “as carroças”, que seriam os carros fabricados no Brasil. Como isso, Collor colocava, pela primeira vez de forma aberta, dois eixos do consenso neoliberal, que se impunha na America Latina e no mundo: a desqualificação do Estado e a abertura para o mercado externo.

Seu caráter pretensamente bonapartista de governar, se exercia contra a política e os partidos – sua própria eleição por um partido de aluguel expressava a crise dos partidos tradicionais: recordar o pífio resultado de Ulysses como candidato do PMDB, assim de outros representantes de partidos, como Covas, Afif Domingos, Roberto Freire, entre outros. Collor buscava construir um novo bloco no poder, em torno da sua figura e do ideário neoliberal.

Collor viria logo se somar à lista de políticos coruptos – cuja lista incluía centralmente a Maluf, ACM, Sarney, Quércia, entre muitos outros. Mas a nomeação de FHC para comandar a economia por Itamar Franco, permitiu ao PSDB retomar a plataforma neoliberal, de forma mais articulada. Retomava também os pressupostos ideológicos do neoliberalismo: o Estado é o problema e não a solução, promoção da centralidade do mercado no seu lugar.

O neoliberalismio busca desqualificar o Estado, especialmente as regulações – que se contrapõe à livre circulação do capital, aos gastos em políticas sociais e em qualificação e melhor remuneração dos funcionários públicos, além da privatização das empresas públicas.

Um dos seus objetivos, portanto, é enfraquecer o Estado, considerando seus gastos como fonte inflacionária, pregando a diminuição constante dos impostos, para favorecer a transferência de recursos do Estado para o mercado.

O Estado e o conjunto da esfera política foram alvo sistemático das forças neoliberais, tendo a imprensa privada como agente fundamental dessas campanhas, valendo-se das denúncias – quase sempre reais – de casos de corrupção de políticos, da malversação de verbas estatais, da contratação de servidores públicos – sem atentar quando se trata de gastos socialmente inúteis ou quando se trata da prestação de serviço para a massa da população, como é o caso de professores, médicos, enfermeiras, assistentes sociais, entre outros.

Sempre se tenta tomar casos individuais para buscar criminalizar a totalidade da política e das ações do Estado. Toma-se casos particulares de comprometimento com a corrupção – como os casos de Severino, aliás eleito pela oposição contra o governo, de Sarney, de Renan (sempre deixando de lado os aliados atuais do bloco de direita, como é o caso, por exemplo, da ausência de Quercia, atual aliado de Serra, ou dos membros do DEM e dos próprios tucanos, como foram os casos de Artur Virgilio, Sergio Guerra, Tasso Jereissatti, Yeda Crusius – para tentar generalizar para todos os políticos. Toma-se eventuais irregularidades, por exemplo na distribuição do Bolsa Família, em alguns casos individuais, para se tentar desqualificar um programa que beneficia mais de 60 milhões de pessoas.

Um Congresso fraco não tem condições de definir leis que limitem a livre circulação do capital, o poder sem controle da mídia (como pode ser o caso da Conferência Nacional de Comunicação), a denúncia dos casos de corrupção de empresas privadas, de sonegação fiscal por parte dessas empresas, de controle sobre os ganhos gigantescos dos bancos privados, da superexploração dos trabalhadores pelas empresas privadas, da deterioração do meio ambiente por conglomerados privados urbanos e rurais – entre outras iniciativas. O Congresso fica voltado para casos que a imprensa privada escolhe como seu objeto privilegiado de denúncias – aqueles que buscam afetar políticas de alianças do governo, como se o PMDB e os políticos denunciados agora fossem menos corruptos quando eram aliados de FHC e não eram submetidos a essas denúncias. Tenta colocar o Estado e o governo na defensiva, quando tenta desqualificar programas sociais, gastos na contratação de servidores públicos, investimentos de infra-estrutura ou outros planos como os habitacionais, como gastos inúteis, que recairiam em aumento da tributação.

Tratam de criar o clima de que o Estado tem um papel essencialmente negativo, ao tributar muito e gastar de forma irresponsável. Era esse o discurso de FHC quando candidato, tendo como mote a idéia de que “o Estado gasta muito e gasta mal”, que era um Estado falido. Quando terminou seus trágicos 8 anos de presidência, a dívida pública tinha se multiplicado por 11, o Estado tinha se desfeito, a preço de banana, depois de sanear as empresas com dinheiro público, de patrimônios fundamentais do Estado, como a Vale do Rio Doce, os gastos sociais tinham diminuído e, ainda assim, o Estado acumulava uma inflação alta e sem controle por parte do Estado. Nunca o Estado gastou tanto e tão mal, como quando governou o bloco tucano-demoniaco.

Estado e Congresso fracos significam mais espaço para se fortalecer o mercado, isto é, o espaço de domínio e controle das grandes empresas privadas. O bloco opositor termina aceitando que as políticas sociais do governo são positivas, mas tenta esconder que elas supõem tributação e redistribuição do ingresso através de um Estado regulador. Tem que reconhecer que o Brasil saiu antes e mais rapidamente da crise, mas tenta esconder que a indução à retomada do crescimento foi basicamente estatal. Denuncia casos de irregularidade no governo, mas busca esconder, por exemplo, o envolvimento da Sadia e do Unibanco, entre outras empresas privadas brasileiras, na compra irresponsável de subprimes, o que levou à sua falência e compra por outras empresas. Os maiores escândalos contemporâneos não se situam na esfera do Estado, mas no das grandes empresas privadas, como tem se tornado público no caso de algumas das maiores empresas privadas norteamericanas.

No caso do Brasil, tornou-se consensual a idéia de que o PMDB, por ter sido o partido majoritário desde o fim da ditadura militar, se vale do seu papel chave para a obtenção das maiorias pelos governos de turno, para se apropriar de cargos chave nos governos e no Congresso, onde desenvolve práticas fisiológicas. Foi assim nos governos Sarney, Collor, Itamar, FHC e agora no governo Lula. Quando se aliam ao bloco de direita, cala-se em relação a essas práticas, quando elas favorecem o bloco agora governista, se tornam alvos privilegiados das denúncias, tentando desarticular as alianças do governo no Congresso, dado que fracassaram ao tentar desqualificar a Lula com denúncias e ao se dar contra do imenso apoio popular que o governo tem.

Mas se a imprensa mercantil, com o controle monopólico na TV, nos jornais, nas revistas e nos rádios, forja a opinião pública, essa maioria do PMDB é o resultado, como um bumerangue, que retorna do tipo de despolitização que essa imprensa difunde. Ela costuma dizer que “o povo brasileiro não tem memória”. Mas é essa mídia a que produz o esquecimento. Senão teria que dizer que:

- todas essas empresas apoiaram o golpe militar
- A grande maioria apoiou o governo Sarney
- A grande maioria apoiou o governo Collor
- Todas apoiaram o governo FHC do começo ao fim
- Todas apoiaram o Serra e Alckmin.

Tornaram-se instrumentos de propaganda do bloco de direita, que tenta reaver o controle do Estado brasileiro, contra um governo que detêm 80% de apoio da população, enquanto eles conseguem obter apenas 5% de rejeição do governo que atacam noite e dia.

Querem a política desmoralizada, em favor do mercado. O Estado mínimo, fraco, em favor da força das grandes empresas privadas. Um Congresso desmoralizado, para que não possa legislar sobre nada, deixando que as leis de oferta e de procura defina tudo na sociedade.

Postado por Emir Sader às 16:16. 21/08/2009

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5 de agosto de 2009

A Ética Parcial de Pedro Simon

Sou obrigado a postar esses dois vídeos que demonstram, na minha humilde opinião, com a Ética Seletiva de Pedro Simon, Senador da República pelo Rio Grande do Sul.

Não quero que pensem que sou a favor de Sarnei. Pelo contrário.

MAs tb não sou a focor da Ética Seletiva, teoria relativizada por nosso Senador Pedro Simon.

Prometo elaborar algo interessante sobre o assunto.

Por enquanto ficam esses dois vídeos para análise.










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21 de julho de 2009

Gol do Souza no GRENAL do Centenário.

Postarei alguns vídeos feitos por mim no GREnal do centenário.
O primeiro deles é o Golaço de Souza que empatou o GREnal do Centenário.


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GREnal do Centenário

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2 de julho de 2009

Valeu Mano! Tudo Tri!

Sobre o Jogo de Ontem




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Ser Gremista

Ser Gremista é viver num delírio de não conseguir ser outra coisa! Hoje vamos entender que dizer "Força, Grêmio e Torcida, é redundância.




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25 de junho de 2009

Melhores momentos Cruzeiro 3 x 1 Grêmio

Melhores momentos do primeiro jogo das semifinais da Libertadores 2009!

Confesso que o Grêmio me surpreendeu! Jogamos de igual pra igual com o time da toca da raposa.

Mais uma vez o que fez a diferença foi o ataque das eqiupes. A zaga do Grêmio vazoui menos que a zaga que a zaga do Cruzeiro. O Ataque do Tricolor que não correspondeu. Ta na hora de colocar Herrera no ataque. Acho que tecnicamente nesse momento ele e o Alex Mineiro são iguais. O que os diferencia é a entrega, a vontade de jogar. Para o segundo jogo fica a certeza. Teremos de ter muito mais aplicação tática e aumentar a gana de vencer. Herrera significa isso.

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20 de junho de 2009

Melhores momentos Grêmio 2 x 2 Goiás

Melhores momentos de Grêmio 2 x 2 Goiás pela sétima rodada do Brasileirão 2009

O Grêmio mostrou raça e determinação porém a pouca qualidade técnica de nosso ataque não vem ajudando nosso tricolor. MAis uma vez ficamos no pincel. Tivemos de apelar a Maxi Lopez mais uma vez para não fazermos fiasco em casa. Espero que Autuóri consiga mudar nosso tricolor para o jogo contra o Cruzeiro.




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Nostalgia Tricolor


Hoje acordei cedo, tomei banho, escovei os dentes, quando abri a porta de casa qual a primeira coisa que me deparo? Uma criança com a camisa tricolor! Me bateu uma certa nostalgia!

Ao olhar aquela criança correndo de bicicleta com a camisa do tricolor fui obrigado a lembrar da infância que tive nesta mesma rua. Os tombos de bicicleta, os jogos de taco, de futebol, de bolinha de gude.

O que sempre me acompanhava era algum artefato que exibísse meu orgulho tricolor. Aquele menino estampa orgulhoso uma camiseta que tem quase a mesma idade que eu. A camiseta dele é 83. Ano Glorioso onde vencemos a América e o Mundo.

A minha nostalgia me fez lembrar de vários momentos. Decidi que iria postar algo que estivesse na minha retina.

Não quis postar um gol, um título, uma avalanche. Resolvi postar um dos momentos mais emocionantes que vivi no Monumental.

Grêmio X Cúcuta: Libertadores 2007. Segundos após a entrada das equipes em campo veio apagão.

Bom ou ruim. não sei. Assista o vídeo se coloque no lugar dos Jogadores.

Obs: O Grêmio em 2007 chegou desacreditado à final da Libertadores.




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